12 Semanas para mudar uma vida

12 SEMANAS PARA MUDAR UMA VIDA - SEMANA 08

sábado, dezembro 08, 2018


Neste semana  o tópico é:
A arte de ouvir e a a arte de  dialogar.
Sobre a arte de ouvir, para o autor, significa se esvaziar para ouvir os outros tem para dizer e não o queremos ouvir. É sobre a capacidade de se colocar no lugar dos outros e perceber suas dores e necessidades sociais.
Interpretar o que as palavras não disseram e o que as imagens não revelaram. Ter a sensibilidade para respeitar as lágrimas visíveis e perceber as que nunca foram choradas.
Já sobre a arte de dialogar, Cury afirma que está ligada à arte de falar de si mesmo, trocar experiência de vida, revelar segredos do coração, ser  transparente e não simular os sentimentos e as intenções, além de não ter vergonha das suas falhas, nem medo dos seus fracassos. Respeitando os limites e conflitos dos outros, não dando respostas superficiais.

Segundo o autor essas duas artes são as duas mais nobres funções da inteligência, e, são cultivadas no terreno da confiabilidade, da empatia e da liberdade. Essas duas artes se complementam. Uma depende da outra, sendo assim, quem não aprender a ouvir nunca saberá dialogar, assim como, quem não aprender a falar de si mesmo, nunca será um bom ouvinte.
Há uma parte muito  importante, que traz o segredo para qualquer relacionamento. Seja ele amizade, irmãos, pais e filhos ou casais:
“para dialogar é necessário não ter medo de reconhecer as próprias falhas nem ter vergonha de si mesmo. Para ouvir é necessário não ter medo do que o outro vai falar. É preciso cumplicidade. Umas das coisas mais relaxantes de uma relação é ter convicção de que não somos perfeitos, é saber que precisamos um do outro.”
O autor nos diz sobre a relação de professor e aluno, ou de colegas de trabalho, por exemplo. Quando não conseguimos manter esse diálogo, com disposição de falarmos sobre nós, sobre, inclusive, termos a coragem de dividir nossas fraquezas, não conseguimos estreitar relações ou mesmo marcar a vida do outro, conseguir sua confiança, ou nos abrirmos a dar-lhe confiança.

Quando dividimos nossos problemas e experiências, podemos, além de criar vínculo com o outro, dar a ele a oportunidade de aprender na vida. “Uma pessoa inteligente aprende com os seus erros; uma pessoa sábia aprende com os erros dos outros"(Cury). Nossas relações são a base de um grande aprendizado, profundo e constante. 
Esse capítulo veio em um momento em que me via a pensar exatamente no que difere os meus relacionamentos. O que faz com alguns sejam mais profundos e outros não. Está diretamente relacionado ao quanto eu e a outra pessoa somos capazes de dialogar. O quanto fazemos de nossa relação (e estava analisando as amizades) estável, profunda e sobretudo, necessária).
E percebi que a minha capacidade de me expor está muito ligada à capacidade do outro se expor, de me revelar, de me ouvir, me deixar falar. O quanto poderia ajudar as outras a aprenderem sem cometer os mesmos erros que eu cometi, ou mesmo com as fases difíceis que passei (sem que, necessariamente, eu tenha cometido erros).
E, logicamente, são, como o autor disse, duas leis fundamentais para que cada vez mais, eu possa fortalecer os meus relacionamentos. Pelo menos, aqueles que eu desejar manter em minha vida.


Observação: estou em um momento bem conturbado aqui, mas vou tentar manter o blog em dia. De qualquer forma... peço desculpas pela incostância!

Beijos e até o próximo post!

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