12 Semanas para mudar uma vida

12 SEMANAS PARA MUDAR UMA VIDA – SEMANA 11

quarta-feira, dezembro 26, 2018


Inteligência Espiritual: Superando Conflitos Existenciais
Para o autor, a Inteligência Espiritual é ter a consciência de que a vida é uma grande pergunta em busca de uma grande resposta; procurar o sentido para a vida e a razão para a vivência; procurar entender, independente de uma religião e de acordo com a nossa cultura, os mistérios da vida e os segredos do Autor da existência;
Descobrir esperança na desolação, conforto na tribulação, coragem nas perdas, sabedoria no caos.
Essa lei é muito importante. Trata de termos uma válvula de escape ou de abastecimento que nos explica ou apenas indica (porque parece inexplicável mesmo), como e porque e para quê estamos aqui.


A inteligência espiritual é o norte de todas as outras, e também pode ser aquela a se recorrer, quando se falha em todas as outras.
Como o autor mesmo diz, independente da religião que se segue, é importante ter uma ligação com o “autor da existência”. Ter algo em que se confortar nos momentos tenebrosos e também ao que agradecer pelos bons momentos. Entender que a vida é um milagre e que esse milagre é temporário e indefinido, e é uma pergunta sem reposta eterna. Um milagre que nenhuma ciência consegue explicar, e é por isso que, ao contrário do que se pensa, cientistas, médicos, estudiosos acreditam nesta orça maior.


Os momentos difíceis são os mais óbvios em que busquemos conforto espiritual. E é importante termos essa possibilidade, da mesma forma de sabermos que há uma razão para cada nascer do sol, cada vez que nos despertamos, cada vez que respiramos é um milagre e somos agraciados, e, devemos ser agradecidos.
Eu, Viviane, perdi o grande amor da minha vida, de uma maneira trágica e inesperada. Não gosto de falar nisso no blog, mas creiam, foi o por capítulo da minha vida. De todos os capítulos ruins (e não foram poucos), pelos quais passei, nada foi tão difícil, física, psicologicamente e emocionalmente. Nada foi tão traumatizante e mortal.
Lembro-me que o que me fez não morrer naquele momento foi a fé.
Confesso que tive e tenho momentos de incredulidade e de questionamentos, até de revolta...
Creio que seja normal, afinal, sou uma simples mortal, que não entende tudo, ou na verdade, entende quase nada. Não sou capaz de aceitar algo que não consigo entender...
Enfim, mesmo com todos esses momentos de desolação, há algo que me prende aqui. EU penso que há um motivo para eu ter nascido, ter vivido tudo o que eu vivi e inclusive, não ter morrido mesmo tendo encarado a morte tão de frente.  A morte estrondou em meu ouvido e eu vivi. Deve haver um por que disso.
Só estou viva porque existe um Senhor de tudo, que deseja que eu esteja viva. Não sei por que, nem por quanto tempo.
E como não sei por quanto tempo mais, resolvi buscar formas de diminuir ou lidar melhor com esse meu trauma, esse meu vazio, essa minha dor. Então, resolvi participar/ realizar esse Programa, buscando valorizar a chance que me foi dada.
Recuperar o controle da autoria da minha vida. Que eu tinha, plenamente, e de repente, eu perdi. Perdi a vontade, a luz, o equilíbrio.
 O PAIC foi só um passo, doze passos, de um caminho longo. E tem sido muito especial.
De agora adiante, cada passo, devagar e constante, conseguirei me reerguer, me reconstruir, retomar as rédeas, refazer os planos e caminhos.
Acreditando em algo maior. Algo maior para mim. Algo maior, muito maior, além de mim.



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